Como funciona
O Cestinha é um simulador de carreira. Não há joystick: você monta o jogador, toma as decisões de carreira, e o motor joga as temporadas. Tudo roda no seu navegador.
O draft das lendas
São 8 atributos e 8 giros. Em cada giro uma lenda ou estrela atual é sorteada e três dos atributos dela que você ainda não preencheu vão para a mesa. Você leva um — e ele fica com o valor dela. No último giro só sobra um espaço: o que vier, veio.
Posição e OVR
Cada posição pesa os atributos de um jeito. Um armador vive de passe, drible e arremesso; um pivô, de rebote, defesa e físico. O OVR é a média ponderada — e é o seu potencial máximo, que você atinge entre os 25 e os 29 anos.
| ARR | INF | PAS | DRI | DEF | REB | ATL | QI | |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| PG | 18% | 10% | 22% | 20% | 8% | 2% | 8% | 12% |
| SG | 24% | 16% | 10% | 14% | 10% | 4% | 10% | 12% |
| SF | 16% | 16% | 10% | 10% | 14% | 8% | 14% | 12% |
| PF | 8% | 16% | 6% | 5% | 17% | 20% | 16% | 12% |
| C | 3% | 16% | 5% | 2% | 22% | 24% | 16% | 12% |
A carreira
Você entra pelo draft aos 19 anos: quanto maior o potencial, mais cedo sai a escolha — e os piores times escolhem primeiro. A cada temporada o motor gera jogos, estatísticas, lesões, campanha, playoffs com chave completa e play-in, prêmios votados contra jogadores reais, Copa do Mundo e Olimpíadas pela sua seleção.
Suas decisões
No jogo que pode fechar uma série de playoff, o jogo para e a bola é sua: bomba de 3, atacar a cesta ou passar. Um d20 decide, e o que os seus atributos somam ao dado vem do jogador que você montou. O dado é o mesmo qualquer que seja a jogada — a escolha move o alvo, não o dado. Até os 25, cada verão é uma escolha: arremesso, corpo ou leitura. O overall não muda — muda o tipo de jogador que você vira, e isso aparece na súmula e em quem vota em você. Quando o contrato acaba chegam propostas, e cada time mostra quem já está lá e se o elenco está subindo ou envelhecendo. Estrela em time perdedor pode pedir troca. A partir dos 35, você decide quando parar.
O clima
Três medidores acompanham a carreira: confiança, torcida e vestiário. Cada um compra uma coisa diferente. A confiança entra no sorteio de cada jogo — a sua linha na súmula — e no dado da última posse; ela sobe quando você joga bem e ganha, cai quando você joga mal, perde ou assiste de terno. A torcida vale a vantagem de jogar em casa e entra no índice dos prêmios que a imprensa vota. O vestiário decide o quanto o time joga por você, se o passe da última posse acha alguém e se o seu clube liga em julho. Uma vez por temporada o jogo para numa coletiva, e mais ou menos a cada duas temporadas alguma coisa acontece em quadra que pede uma palavra. São sempre três respostas: falar pelo grupo, provocar, ou farmar aura. A primeira não rola dado e sempre compra vestiário. As outras duas rolam um d20, e o que move o alvo é o seu QI de jogo — ler uma sala é ler uma sala. Dado 20 sempre cola e dado 1 nunca, e o dado é o mesmo qualquer que seja a resposta.
O legado
Uma fórmula só decide o degrau, e ela é esta: anel 10, MVP 12, MVP das Finais 6, Defensor do Ano 5, All-NBA 4 / 2,5 / 1,5, cestinha 2, Novato do Ano 2, All-Star 1, vice nas Finais 2, ouro olímpico 3, ouro na Copa 2 — mais um crédito de nível de jogo por temporada. A posição nunca multiplica nada: um pivô e um armador com a mesma carreira terminam no mesmo degrau.
Amador e Pro
No Amador você vê os números das lendas e tem um giro extra. No Pro os números somem: é você e o que você sabe de basquete.
O card e o link
Toda carreira vira um card em PNG. O link de compartilhar carrega a carreira inteira: quem abre vê exatamente a sua trajetória, temporada por temporada.