CESTINHA

Como funciona

O Cestinha é um simulador de carreira. Não há joystick: você monta o jogador, toma as decisões de carreira, e o motor joga as temporadas. Tudo roda no seu navegador.

01

O draft das lendas

São 8 atributos e 8 giros. Em cada giro uma lenda ou estrela atual é sorteada e três dos atributos dela que você ainda não preencheu vão para a mesa. Você leva um — e ele fica com o valor dela. No último giro só sobra um espaço: o que vier, veio.

02

Posição e OVR

Cada posição pesa os atributos de um jeito. Um armador vive de passe, drible e arremesso; um pivô, de rebote, defesa e físico. O OVR é a média ponderada — e é o seu potencial máximo, que você atinge entre os 25 e os 29 anos.

ARRINFPASDRIDEFREBATLQI
PG18%10%22%20%8%2%8%12%
SG24%16%10%14%10%4%10%12%
SF16%16%10%10%14%8%14%12%
PF8%16%6%5%17%20%16%12%
C3%16%5%2%22%24%16%12%
03

A carreira

Você entra pelo draft aos 19 anos: quanto maior o potencial, mais cedo sai a escolha — e os piores times escolhem primeiro. A cada temporada o motor gera jogos, estatísticas, lesões, campanha, playoffs com chave completa e play-in, prêmios votados contra jogadores reais, Copa do Mundo e Olimpíadas pela sua seleção.

04

Suas decisões

No jogo que pode fechar uma série de playoff, o jogo para e a bola é sua: bomba de 3, atacar a cesta ou passar. Um d20 decide, e o que os seus atributos somam ao dado vem do jogador que você montou. O dado é o mesmo qualquer que seja a jogada — a escolha move o alvo, não o dado. Até os 25, cada verão é uma escolha: arremesso, corpo ou leitura. O overall não muda — muda o tipo de jogador que você vira, e isso aparece na súmula e em quem vota em você. Quando o contrato acaba chegam propostas, e cada time mostra quem já está lá e se o elenco está subindo ou envelhecendo. Estrela em time perdedor pode pedir troca. A partir dos 35, você decide quando parar.

05

O clima

Três medidores acompanham a carreira: confiança, torcida e vestiário. Cada um compra uma coisa diferente. A confiança entra no sorteio de cada jogo — a sua linha na súmula — e no dado da última posse; ela sobe quando você joga bem e ganha, cai quando você joga mal, perde ou assiste de terno. A torcida vale a vantagem de jogar em casa e entra no índice dos prêmios que a imprensa vota. O vestiário decide o quanto o time joga por você, se o passe da última posse acha alguém e se o seu clube liga em julho. Uma vez por temporada o jogo para numa coletiva, e mais ou menos a cada duas temporadas alguma coisa acontece em quadra que pede uma palavra. São sempre três respostas: falar pelo grupo, provocar, ou farmar aura. A primeira não rola dado e sempre compra vestiário. As outras duas rolam um d20, e o que move o alvo é o seu QI de jogo — ler uma sala é ler uma sala. Dado 20 sempre cola e dado 1 nunca, e o dado é o mesmo qualquer que seja a resposta.

06

O legado

Uma fórmula só decide o degrau, e ela é esta: anel 10, MVP 12, MVP das Finais 6, Defensor do Ano 5, All-NBA 4 / 2,5 / 1,5, cestinha 2, Novato do Ano 2, All-Star 1, vice nas Finais 2, ouro olímpico 3, ouro na Copa 2 — mais um crédito de nível de jogo por temporada. A posição nunca multiplica nada: um pivô e um armador com a mesma carreira terminam no mesmo degrau.

07

Amador e Pro

No Amador você vê os números das lendas e tem um giro extra. No Pro os números somem: é você e o que você sabe de basquete.

08

O card e o link

Toda carreira vira um card em PNG. O link de compartilhar carrega a carreira inteira: quem abre vê exatamente a sua trajetória, temporada por temporada.

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